A imagem que transparece no final deste FC Porto – Benfica.
E, todavia, o jogo até começou de forma animada, com um cariz um pouco como reverso do encontro de Lisboa: o Benfica entrou melhor no jogo, para, cerca dos 20 minutos, o FC Porto conseguir equilibrar; até final da primeira parte, ambas as equipas pareciam ter uma disposição de conquista, jogando o jogo pelo jogo, procurando o golo (a espaços, chegou a pensar-se numa espécie de reedição do recente Benfica – Sporting para a Taça de Portugal).
Na segunda parte, e também numa inversão da partida da primeira volta, foi o FC Porto que surgiu mais dominador, com o Benfica a ir, gradualmente, “desaparecendo” do jogo.
Até que surgiu, com alguma naturalidade, o golo do FC Porto, por intermédio do inevitável McCarthy (embora na sequência de duas oportunidades perdidas pelo Benfica, com Nuno Assis a rematar ao poste e Geovanni isolado, a contornar VÃtor BaÃa, mas a rematar já sem ângulo).
De alguma forma, talvez inesperadamente, o Benfica reagiu bem e fez por merecer o empate, que conseguiria por Geovanni, na sequência de um canto. Faltavam cerca de 10 minutos e, a partir daÃ, ambas as equipas denotaram o tal “medo de vencer”; ambas tiveram mais uma ou duas oportunidades de golo, mas pareciam já satisfeitas com o empate.
Resultado justo, evidentemente… como justo foi o “empate” da primeira volta.
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Pedro �lvares Cabral nasceu em Belmonte, por volta de 1467-1468, nono filho de Fernão Cabral, alcaide-mor de Belmonte e regedor da justiça real na comarca da Beira e Ribacoa, e de Isabel Gouveia.




